top of page

Paradoxo

4 de abr. de 2016
1 min de leitura

Escovas e pastas de dentes de vários tipos, antissépticos, fio dental, etc. etc. Estas são as nossas armas para equilibrarmos as forças com as bactérias. É uma guerra diária que travamos por toda a vida para mantermos nossa saúde bucal.

Nós convivemos com milhões de bactérias que estão presentes na nossa boca e orofaringe e também na superfície dos dentes. Ao realizarmos os procedimentos de higiene com nosso arsenal, estamos apenas tentando controlar o número de bactérias, para assim mantermos a saúde. E, digamos, não é uma tarefa fácil atingirmos este equilíbrio. É preciso muita dedicação. Controlar o número é o que podemos fazer. Eliminá-las? Impossível. O máximo que podemos atingir é a manutenção deste equilíbrio, e a duras penas. Escovações, escovações e escovações, fio dental, bochechos e visitas periódicas ao dentista.

E o interessante aqui é que estes microscópicos e perigosos inimigos são imprescindíveis para a nossa existência. Ou seja, sem eles a nossa sobrevivência é inviável.

Este paradoxo faz pensar...

Vou fazer o seguinte: vou lançar aqui uma pergunta que talvez sirva de “gancho” para o próximo post de outro colaborador deste blog, Fernando Angeli, que é alguém preparado para responde-la.

Precisamos de inimigos (conflitos, metas, desafios) para continuarmos, ou nos sentirmos, vivos?

Diga aí Fernando!!

Abraço a todos.


 
 
 

Comentários


bottom of page