Paradoxo

Escovas e pastas de dentes de vários tipos, antissépticos, fio dental, etc. etc. Estas são as nossas armas para equilibrarmos as forças com as bactérias. É uma guerra diária que travamos por toda a vida para mantermos nossa saúde bucal.
Nós convivemos com milhões de bactérias que estão presentes na nossa boca e orofaringe e também na superfície dos dentes. Ao realizarmos os procedimentos de higiene com nosso arsenal, estamos apenas tentando controlar o número de bactérias, para assim mantermos a saúde. E, digamos, não é uma tarefa fácil atingirmos este equilíbrio. É preciso muita dedicação. Controlar o número é o que podemos fazer. Eliminá-las? Impossível. O máximo que podemos atingir é a manutenção deste equilíbrio, e a duras penas. Escovações, escovações e escovações, fio dental, bochechos e visitas periódicas ao dentista.
E o interessante aqui é que estes microscópicos e perigosos inimigos são imprescindíveis para a nossa existência. Ou seja, sem eles a nossa sobrevivência é inviável.
Este paradoxo faz pensar...
Vou fazer o seguinte: vou lançar aqui uma pergunta que talvez sirva de “gancho” para o próximo post de outro colaborador deste blog, Fernando Angeli, que é alguém preparado para responde-la.
Precisamos de inimigos (conflitos, metas, desafios) para continuarmos, ou nos sentirmos, vivos?
Diga aí Fernando!!
Abraço a todos.

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